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Premio de Jornalismo &quotes;Direitos Humanos & | GMCS
Última atualização: 20-04-2017 16:45:56
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Página atualizada em 29-09-2014 10:25:55

Prémio de Jornalismo Direitos Humanos & Integração - Premiados e Nomeados 2010

 

 
5.ª Edição
2010


O Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Comissão Nacional da UNESCO (CNU) atribuem, desde 2006, este prémio destinado a galardoar os melhores trabalhos jornalísticos sobre direitos humanos e integração publicados ou difundidos nos órgãos de comunicação social portugueses.

 
E os Premiados 2010 foram:

Na categoria de Imprensa Escrita

 Na categoria de Rádio

 Na categoria Meios Audiovisuais

  • 1.º Prémio
    Maria Margarida Abreu Metello
    Pela peça “Esta é a nossa rua” transmitida na RTP
  • Menção Honrosa
    Sofia Arêde, Jorge Pelicano e Marco Carrasqueira
    Pela peça “Mentes Inquietas” transmitida na SIC


NOMEADOS


Na Categoria de Imprensa Escrita

  • Célia Rosa pela peça “VIH Sida Direito a uma vida digna” publicada na revista Notícias Magazine dos jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias
    Resumo: o VIH fez desaparecer uma geração de mães na África do Sul. A esperança de 1,4 milhões de órfãos, muitos deles infectados, está nas mãos das avós. Reportagem na cidade do Cabo.
  •  Ricardo Rodrigues pela peça “Pobres como nós” publicada na revista Notícias Magazine dos jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias
    Resumo: ter emprego, ter um curso superior, ter casa nos subúrbios, ter carro, ter cabo e acesso à internet, ter telemóvel, ter os filhos na creche, ter contas para pagar, ter visa, ter dívidas, ter fome. A notícia incomoda, parece que não existe. Mas a verdade é que já se contam por 300 mil os portugueses que não se conseguem alimentar. Os novos casos não estão nos escalões mais excluídos da sociedade. Estão na classe média, na geração em idade activa, nos que têm mais aptidões académicas e maiores expectativas de conforto. Esta é a história do seu vizinho do lado.
  • Sara Adamopoulos pela peça “Arrojo de ser diferente” publicada na revista Única do semanário Expresso

    Resumo: apesar de todas as diferenças com que democraticamente convivemos, é sabido que há sempre uns mais diferentes do que outros. Que se distinguem naturalmente, pelas mais variadas razões (e circunstâncias) que fazem deles pessoas distintas.

  •  São José Almeida pela peça “Homossexuais, o Estado Novo dizia que não havia, mas perseguia-os” publicada na revista Pública do jornal Público
    Resumo: oficialmente não se podia ser. No discurso nem sequer existiam. Mas na prática era comum. Quer para o povo, assíduo dos urinóis, estações e docas, preso e humilhado pela polícia; quer para as elites sociais e culturais que viviam a sua sexualidade numa semitolerância envergonhada e claustrofóbica.

Na categoria de Rádio

  • Maria Augusta Casaca pelas peças “O silêncio dos dias” e “Quando a educadora bate à porta”, ambas transmitidas na TSF
    Resumo de “O silêncio dos dias”: vivem num mundo em surdina, mas a música ajuda-os a sentir que podem ser jovens iguais aos outros. Há milhares de pessoas, espalhadas por todo o país, que não conseguem fazer tarefas básicas do dia-a-dia. Coisas tão simples como ouvir rádio ou comunicar com a família. Os surdos profundos vivem num mundo sem som, mas um inovador projecto de educação musical na escola pública de Santo António, em Faro, ajuda-os a ultrapassar a deficiência.
    Resumo  de “Quando a educadora bate à porta”: vivem em montes isolados, brincam com bacorinhos e galinhas e alguns nunca viram o mar. A distância e os recursos das famílias não lhes permite o acesso aos jardins de infância. Por isso, algumas vezes por semana, as educadoras fazem-se ao caminho. O projecto de Educação Pré-Escolar Itinerante da Direcção Regional de Educação do Algarve já apoiou muitas crianças. Há dez anos, um milhar recebia a visita de 32 educadoras. Hoje, o número de crianças ronda a centena e as educadoras são 11. A desertificação das zonas mais interiores é evidente mas, mesmo quando só há um menino, a viagem não fica por fazer. Entre números, letras e desenhos aprendem miúdos e graúdos.
  • Rita Colaço pela peça “Os três mosqueteiros de Bulenga” transmitida na Antena 1
    Resumo:  Patrick traz a fruta na mão. William, o saco de arroz. Sam, o feijão. E ervas para o chá, quando o feijão e o arroz se esgotam no orfanato de Bulenga, no Uganda. Hoje, Patrick, William e Sam conseguiram juntar xelins e trazer alimento. Um saco com papa de farinha e feijão. Outro saco com água. É o primeiro aconchego do estômago em muitos dias de jejum. Aqui também há filhos da guerra, no Norte do Uganda. No ghetto de Kampala moram vidas – ainda curtas – que escaparam à tortura. Patrick, William e Sam têm casa para dar a alguns. Hoje, os três mosqueteiros regressam a Bulenga com mais uma criança. Estão ali 40. Já se ouvem os gritos das brincadeiras.
  • Rui Tukayana pela peça “Bê-à-bá dos ciganos” transmitida na TSF

    Resumo: reportagem sobre a educação da comunidade cigana. Apontam-se alguns dos problemas com que esta comunidade se depara, mas também se dá conta dos muros que os próprios ciganos levantam à sua escolarização. Fala-se da relação que os pais ciganos têm com os filhos (de subserviência, quase) e do empenho de alguns professores na integração da comunidade, com alegria dos miudos e com as condições miseráveis em que algumas das famílias ciganas vivem.

Na categoria de Meios Audiovisuais

  • Jaime Cravo pela peça “Livre a correr “ transmitida na Sport TV
    Resumo: esta é a história de um atleta que era uma esperança do atletismo português. Depois de lançado para integrar a selecção nacional de atletismo, foi preso por tráfico de droga e condenado a oito anos de prisão.  Durante o tempo que passou na cadeia nunca deixou de correr. Foi num pátio com pouco mais de 150 metros que durante cinco anos exercitou as pernas. Há dois meses saiu da prisão e uma equipa da Sport TV acompanhou o seu regresso à liberdade.
  • Maria Margarida Abreu Metello pela peça “Esta é a nossa rua” transmitida na RTP

    Resumo: a Avenida Almirante Reis que é seguramente a artéria mais multicultural do país. A qualquer hora do dia ou da noite cruzamo-nos ali com chineses, africanos, indianos, paquistaneses, bangladechianos, brasileiros, europeus de leste ... e até portugueses. A diversidade não é apenas étnica mas também social: cá em baixo, na zona tradicionalmente mais popular, a avenida é pobre e degradada, habitada sobretudo por idosos e imigrantes e ensombrada pelo estigma do “Intendente” e da “sopa dos pobres”; depois, à medida que subimos em direção ao Areeiro, a avenida vai ficando cada vez mais branca, larga e farta para acabar num bairro típico da alta burguesia lisboeta. Calcorreámos a avenida guiados por quem lá vive e trabalha, fomos descobrir o que os prende ali, os seus sonhos e desilusões, o que pensam do “outro” – o “outro” que mora mesmo ao lado, na Avenida.

  • Miriam Alves, Vítor Quental e Marco Carrasqueira pela peça “A palavra autista não quer dizer nada” transmitida na SIC

    Resumo:  uma colónia de férias inovadora para um grupo de crianças autistas. Passámos dez dias com elas, em férias desportivas. Falámos com os pais e com os técnicos que os acompanham. Perguntámos pelas respostas da ciência, que são poucas, e pelas experiências dos pais, que são muitas. No fim das férias parece-nos claro que a palavra autista não quer dizer nada. Não há um único sintoma comum a todas as perturbações do grande espectro do autismo. Não se conhecem as causas. Não se conhecem as curas. É fácil, diz o pedopsiqiatra Pedro Caldeira da Silva, errar no diagnóstico. São muitas as diferenças que se arrumam nesse espectro de costas largas. O Afonso, a Cecília, o Guilherme, o André, o Rodrigo e o Rui são todos diferentes.

  • Sofia Arêde, Jorge Pelicano e Marco Carrasqueira pela peça “Mentes Inquietas” transmitida na SIC
    Resumo: acompanhamento da vida de 3 pessoas que sofrem de doença bipolar, que se caracteriza por oscilações acentuadas de humor com crises repetidas de depressão e de euforia. Uma perturbação psíquica que afecta uma em cada 100 pessoas. Em Portugal, há mais de 100 mil pessoas que sofrem de algum tipo de distúrbio bipolar. Cada um dos doentes tem uma forma particular de manifestar a bipolaridade e de reagir ao diagnóstico, à terapeutica e ao estigma.

 

O prazo de candidaturas terminou em 30 de abril de 2010.


Concorreram ao prémio 71 peças jornalísticas:

  • 30 de imprensa escrita;
  • 12 de rádio;
  • 29 de audiovisual.

O júri foi constituído por Guilherme d'Oliveira Martins, Carlos Vaz Marques e Carla Baptista.

Os prémios foram entregues numa cerimónia pública realizada Palácio Foz, Praça dos Restauradores,  em Lisboa, no dia 18 de junho de 2010.

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Página atualizada em 29-09-2014 10:25:55