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Premio de Jornalismo &quotes;Direitos Humanos & | GMCS
Última atualização: 20-04-2017 16:45:56
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Página atualizada em 29-09-2014 10:32:18

Prémio de Jornalismo Direitos Humanos & Integração - Premiados 2008

 

 

3.ª Edição
2008

 

O Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Comissão Nacional da UNESCO (CNU) atribuem, desde 2006, este prémio destinado a galardoar os melhores trabalhos jornalísticos sobre direitos humanos e integração publicados ou difundidos nos órgãos de comunicação social portugueses. Neste ano associou-se também a esta iniciativa o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI).


E os Premiados 2008 foram:

Prémio do Diálogo Intercultural

  • Carlos Rico
    Pela peça “Escrito na Palma da Mão” transmitida na SIC

    Resumo: "Cinco euros, pólos de marca! Ó mulheres, vinde cá ver que vale a pena!". Venâncio Salazar puxa pela garganta, para chamar a atenção da freguesia que passa sem se deter. A feira de Espinho já conheceu melhores dias. Agora, o negócio anda fraco. Falta dinheiro nos bolsos dos portugueses e a venda ambulante, principal actividade dos ciganos, debate-se com a concorrência das grandes superfícies comerciais. (continuação).

Categoria Imprensa Escrita

  • 1.º Prémio
    Maria do Céu Neves
    pela peça “Portugueses alimentam nova escravatura na EU” publicada no Diário de Notícias
    Resumo: Fui emigrante na Holanda. É pior do que imaginava. Os portugueses e os polacos são os novos escravos da Holanda. Há também turcos, mas estes protegem-se mais. A classificação só pode parecer excessiva a quem não viveu nas condições destes emigrantes. O problema não é a dureza do trabalho - às vezes mais de dez horas em pé num espaço de 50 cm de uma fábrica e de madrugada ou numa estufa com um calor insuportável, estar sempre a ouvir snel, snel (rápido), não poder descansar ou ir à casa de banho fora das pausas e ter um chefe com os olhos fixos no que fazemos. O problema é saber que esse trabalho não está garantido...
  • Menção Honrosa
    Isabel Marques da Silva
    pela peça “As Novas Escravas” publicada na revista Visão
    Resumo: sob violência extrema, em condições degradantes, o tráfico de mulheres está entre nós. Nas ruas, nas casas de alterne e nos anúncios dos jornais. A VISÃO investigou, em Portugal e em Espanha, as circunstâncias e os esquemas de um negócio sórdido que se alimenta de impunidade. Do 'olheiro' ao 'loverboy', do isco à escravidão, a denúncia de quem foi tratada como mercadoria humana.

 Na categoria de Rádio

  • 1.º Prémio
    João Paulo Baltazar
    pela peça “O Meu Filho Chocolate” transmitida na TSF
    Resumo: A grande maioria dos candidatos à adopção pretende crianças da mesma cor de pele, procura materializar o rosto e o corpo sonhado de um filho. No entanto, algumas pessoas dizem que a cor de pele lhes é indiferente. Esses pais e essas mães acabam por viver, de forma especial, o preconceito que existe na sociedade. A TSF foi conhecer quatro casos - pais brancos com filhos adoptados, negros ou mulatos. Ouviu-lhes histórias de afecto, sobre o modo como conversam sobre as diferenças, mas também relatos de revolta e incompreensão perante perguntas preconceituosas e comportamentos racistas.

Na  categoria de Meios Audiovisuais

  • 1.º Prémio
    Miriam Alves
    pela peça “O Balneário” transmitida na SIC
    Resumo: O que dizem de uma cidade os seus balneários públicos? Que histórias se cruzam sob os duches gratuitos da capital? A primeira vez que tomou banho no balneário público de Alcântara, Guilhermina Rodrigues era menina. Oito anos. Menina de ser levada ao balneário pela mão dos pais, ainda que já trabalhasse "na venda", ofício que manteve até à idade da reforma. Mais tarde Guilhermina levou os filhos, depois os netos. Guilhermina Rodrigues, lisboeta de Alcântara, nunca teve casa de banho. Como tantos dos que frequentam o balneário de Alcântara. Desde que ficou viúva, Guilhermina não vai ao balneário público apenas pelo duche quente. A companhia de Rosa e dos outros ajuda a encher-lhe os dias, que terminam cedo, à janela, "a ver passar os eléctricos e os da ponte" (continuação).

Menções Honrosas

  • Jaime Cravo
    Pela peça “O Melhor Jogador do Mundo” transmitida na Sport TV: Parte 1 / Parte 2
    Resumo: Paulo Azevedo, 25 anos, trabalha, conduz, namora, é independente, autónomo, e prepara-se para cumprir dois objectivos: terminar a licenciatura em jornalismo na Universidade de Coimbra e o Curso de Treinadores de Futebol de II Nível. Há 2 anos, Paulo começou a jogar Futsal em Pombal e Jorkyball em Coimbra. Durante esta incursão desportiva, Paulo chegou mesmo a conquistar os troféus de jogador Revelação e de Melhor Jogador em Campo em alguns torneios. Paulo Azevedo nasceu sem braços e sem pernas. «O Melhor Jogador do Mundo» é a história surpreendente sobre uma aparente impossibilidade.
  • Conceição Queiroz
    Pela peça “O Mundo na Escola” transmitida na TVI
  • Pedro Coelho
    Pela peça “Rosa Brava” transmitida na SIC
    Resumo: “Ainda há Pastores?” tornou pública a história de Rosa, uma menina de 14 anos que os pais tiraram da escola e transformaram em pastora. A SIC foi aos Casais de Folgosinho reencontrar a Rosa. Acaba de fazer 16 anos. Mais física do que cerebral, Rosa alimenta os sonhos naturais à recta final da adolescência. A menina-pastora vive a 40 minutos, de jipe, da terra, Folgosinho, onde gostaria de viver e onde acontece tudo o que, verdadeiramente, a agarra à vida. Os vales da serra, de onde não consegue escapar, não encontraram forma, apesar da beleza que deles transpira, de a segurar. Rosa já fugiu de casa. Passou uma semana em Folgosinho, longe da família que lhe destruiu o sonho de ir à escola. O dia-a-dia de Rosa, pastora de cabras e de ovelhas, condutora de uma junta de bois e, nas horas vagas, agricultora, contado nesta reportagem televisiva.(+ info)
  • Pedro Pinto
    Pela peça “A Longa Viagem de José Lima” transmitida na RTP
    Resumo: Dez anos numa cadeira de rodas não conseguiram derrubar o espírito inconformado de José Lima. Aos 52 anos, e depois de três anos no desemprego, decidiu mostrar ao país as dificuldades a que se vê condenado um paraplégico em Portugal. No dia 1 de Agosto partiu para uma viagem de 788 quilómetros numa cadeira de rodas. Partiu de Viana do Castelo em direcção a Faro para enfrentar 21 longos dias de um caminho onde se reconhecem ainda as marcas da discriminação. As desigualdades no acesso ao emprego, as dificuldades de mobilidade que resultam das barreiras arquitectónicas, as complicações de acesso aos meios de transporte colectivo, fazem parte de uma longa lista de obstáculos que ainda não estão resolvidos e que José Lima quis comprovar no terreno. A reportagem da RTP acompanhou cada minuto desta viagem. Para José Lima foi a aventura de uma vida e a confirmação de que precisava para comprovar que Portugal não deixou ainda de virar as costas aos deficientes motores. O esforço de 21 dias é também um grito de protesto. José Lima juntou novos amigos numa luta comum. Aproximou outros deficientes que o procuraram para tomarem parte de uma voz incómoda e que põe o dedo na ferida.

 

O prazo de candidaturas terminou em 31 de julho de 2008.


Concorreram ao prémio 81 peças jornalísticas

  • 40 de imprensa escrita;
  • 9 de rádio;
  • 32 de audiovisual.

O júri foi constituído por Guilherme d’Oliveira Martins, Ana Sousa Dias e Isabel Férin.

Os prémios foram entregues numa cerimónia pública realizada Palácio Foz, Praça dos Restauradores,  em Lisboa, no dia 9 de dezembro de 2008.

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