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Página atualizada em 23-06-2014 14:25:12

Conferência sobre Televisão Digital Terrestre (2000) - Grupos de Trabalho (Histórico)

Conferência sobre Televisão Digital Terrestre (DVB-T)
Lisboa, 17 e 18 de Fevereiro de 2000

GRUPOS DE TRABALHO
Temática. Questões. Composição


GRUPO 1
Aspectos Tecnológicos e de Mercado do DVB-T

Temática
•  Características, modo de funcionamento e potencialidades do DVB-T, como plataforma para suporte de múltiplos serviços.
•  Serviços suportados em DVB-T, considerando novas potencialidades, como a interactividade, e as suas implicações na gestão de multiplexers e do espectro radioeléctrico.
•  Impacte da implementação do DVB-T no mercado, em especial a nível dos equipamentos, conteúdos, operadores televisivos, operadores de telecomunicações e consumidores.
•  Análise Custo/Benefício da oferta dos serviços suportados em DVB-T.

QUESTÕES
1. Em que consiste o DVB-T?
2. Quais são as principais características e vantagens do DVB-T, face aos restantes meios de distribuição do sinal televisivo?
3. Que perspectivas de desenvolvimento da televisão digital, nos seus diversos suportes (terrestre, satélite e cabo), tendo em conta as tendências de evolução:

· das tecnologias de transmissão associadas; 
· dos custos da própria rede e da sua gestão/manutenção;
· dos preços dos equipamentos receptores.

4. Qual a importância da televisão de alta definição?
5. Que tipo de serviços poderão ser suportados em DVB-T e qual o seu impacte na gestão de multiplexers e do espectro radioeléctrico?
6. Qual o impacte da implementação do DVB-T no mercado, nomeadamente a nível:

· dos agentes económicos (operadores televisivos, operadores de telecomunicações e consumidores);
· da indústria de conteúdos (audiovisual, cinema e multimédia);
· dos sistemas de difusão (infra-estruturas);
· dos equipamentos de recepção (antenas, televisores e descodificadores) do sinal?

7. Qual a nova cadeia de valores associada ao DVB-T?
8. Qual o papel dos operadores televisivos e de telecomunicações num contexto de
convergência?
9. A actividade televisiva convencional (ponto-multiponto) será suficiente, de per si, para viabilizar economicamente os operadores de televisão que utilizem o DVB-T? 

COMPOSIÇÃO DO GRUPO
Presidente

Nicholas ARGYRIS
(Director, Direcção-Geral da Sociedade de Informação, Comissão Europeia)

Relator
Costas DASKALAKIS
(Chefe de Unidade Adjunto do Programa MEDIA, Comissão Europeia)

Oradores
Nigel LAFLIN (Investigador Principal de Planeamento Espectral, Investigação e Desenvolvimento, BBC)
Peter MACAVOCK (Presidente do Forum Engenharia do DVB, Projecto DVB)
Fernando CRUZ (Portugal Telecom)
Nuno CINTRA TORRES (Consultor da TV Cabo)
Manuel CUBERO (Director Executivo, Beta Technik Beteiligung, Grupo Kirch)
Esa BLOMBERG (Presidente do Digital TV Forum Finland)
Frédéric RIEHL (Vice-Director do OFCOM - Departamento Federal da Comunicação, Suíça) 


 
GRUPO 2
Modelos de Implementação e Objectivos de Interesse Público

Temática
•  Estratégias de implementação da televisão digital nos Estados Membros da UE e e países do espaço extra-comunitário – Estados Unidos da América, Austrália e Japão. 

•  Equilíbrio entre imperativos de eficiência económica do serviço e a necessidade de obviar à info-exclusão, preservar o pluralismo e a diversidade e garantir a estabilidade do mercado.

QUESTÕES
1. Quais as principais linhas de orientação estratégica de implementação de televisão digital terrestre nos Estados Membros da UE? E junto de outros países do espaço
extra-comunitário, nomeadamente Estados Unidos da América, Austrália e Japão? (Caracterização do mercado, quadro legal, objectivos de cobertura e calendário proposto).
2. Quais as vantagens e/ou inconvenientes da concentração num único fornecedor das três vertentes técnicas envolvidas na difusão de televisão digital terrestre – multiplexagem, transporte e distribuição?
3. Que tratamento deverá ser dado às outras plataformas de distribuição do sinal digital (Televisão por cabo, DTH)?
4. Como gerir a atribuição de frequências para DVB-T, face ao critério de cobertura nacional, considerando-se a salvaguarda dos princípios da sã concorrência e a viabilidade económica dos operadores já no mercado?
5. A concordar-se com o princípio de complementaridade entre os diversos meios de difusão/distribuição do sinal, fará sentido a definição de uma oferta comum de conteúdos/serviços?
6. No caso afirmativo, que critérios deverão ser aplicados?
7. Quem deverá assumir os diversos custos envolvidos nessa oferta comum de conteúdos/serviços?

COMPOSIÇÃO DO GRUPO
Presidente
Raul JUNQUEIRO
(Presidente da APDC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações)

Relator
Raphael HADAS-LEBEL
(Presidente do Grupo de Trabalho sobre o DVB-T da Administração Pública, França)

Oradores
Francisco Pinto BALSEMÃO
(Presidente das seguintes entidades: Forum Europeu de Televisão e Cinema - Instituto Europeu dos Media; European Publishers Council; Conselhos de Administração da SIC e da IMPRESA)
David LEVY  (Consultor Principal e Director, Assuntos Europeus, BBC)
Claudine RIPERT-LANDLER  (Directora de Relações Exteriores e Assuntos Regulamentares, Canal Plus)
Jan JOHANSSON (Director Geral, Divisão Radiodifusão e Multimédia, Teracom, Suécia)
Javier RIESGO (Investigador de Planeamento Espectral, Direcção Geral de Telecomunicações, Espanha)
Paola MANACORDA (Commissária da Autorità per le Garanzie nelle Comunicazioni, Itália)
Wolfgang BECKER (Presidente do Grupo de Trabalho sobre a TV Digital, Ministério Federal da Economia e Tecnologia, Alemanha) 


GRUPO 3
Iniciativas e Políticas Comunitárias

Temática
•  Iniciativas comunitárias com incidência na introdução do DVB-T no espaço da UE.
•  Oportunidades, para a Europa, com um rápido switch-over para o digital.
•  Eventual necessidade de uma definição Comunitária da Política Europeia para o DVB-T. 

QUESTÕES
1. Tendo em consideração os desenvolvimentos previstos no quadro da globalização, qual é a importância estratégica decorrente da introdução da Europa, do DVB-T?
2. Haverá interesse – designadamente na perspectiva dos operadores televisivos, consumidores, indústria de equipamentos e outros sectores das telecomunicações – numa transacção rápida do sistema analógico para o digital?
3. Em caso afirmativo, quais as soluções possíveis para a aceleração do processo nomeadamente ao nível do financiamento, salvaguardados que fiquem princípios como o de serviço universal? 

4. Haverá lugar a uma eventual reformulação do âmbito e do objecto do Serviço Universal, atenta à convergência de sistemas e de mercados?
5. De que modo é que a televisão digital terrestre poderá contribuir para o incremento da Sociedade da Informação na UE?
6. Que políticas para as frequências analógicas libertas?

COMPOSIÇÃO DO GRUPO
Presidente
Jean–Michel BAER (Director, Direcção da Política Audiovisual e da Cultura, Comissão Europeia

Relatores
Eliseu CRESPO (Consultor, Instituto das Comunicações de Portugal )
Martin DALE (Consultor, Instituto da Comunicação Social)

Oradores
Herman van WIJK (Presidente doDigiTAG – Digital Terrestrial Television Action Group)
Jorge PEGADO LIZ  (Perito junto do Comité Económico e Social)
Francisco Rui CÁDIMA (Professor na Universidade Nova de Lisboa, Director do OBERCOM)
Jacques LOVERGNE (Perito da Direcção-Geral da Concorrência, Comissão Europeia)
Adam Watson BROWN (Direcção-Geral da Sociedade de Informação, Comissão Europeia )

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