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Trio Tarantella
Entrada Livre*
18 de dezembro às 18:00
Sala dos Espelhos
Camerata “Concerto Moderno” e solistas
5,00 €*
22 de dezembro às 21:00
Sala dos Espelhos
Um Serão Nórdico
Entrada Livre*
27 de dezembro às 18:00
Sala dos Espelhos

Trio Tarantella

 

O Trio Tarantella apresenta em concerto o seu CD "Dégradé"


 

 

 

O Trio Tarantella nasceu em 2014, fruto natural da amizade entre o flautista Tiago Canto, a clarinetista Susana Valente e o pianista Pedro Ramos, músicos que já por diversas vezes tinham trabalhado juntos. A cumplicidade existente entre os três juntou-os em Trio, e ela é não apenas visível nas actuações mas também audível, influindo necessariamente sobre a sua sonoridade.

 

Para além do evidente prazer que a música proporciona aos seus elementos e que promete contagiar o seu público, o Trio interessa-se por uma grande diversidade de estilos e de épocas, procurando abranger um vasto reportório que se estende do período Barroco aos nossos dias, passando por diversas geografias musicais. O Trio tem também estreado com regularidade obras de compositores contemporâneos.

 

O Trio Tarantella já se apresentou em vários concertos e em salas de referência, de que são sonante exemplo o CCB e o Palácio Foz, além de se ter já estreado no estrangeiro, no XXXI Festival Ibérico de Música de Badajoz. Outras apresentações incluem dois recitais com transmissão directa para a Antena 2, no Auditório do ISEG em 2015 e no Teatro da Trindade, integrado no Festival Antena 2 em 2017, bem como a participação no programa Grande Valsa da RTP2 na Casa da Música do Porto.

Sempre com um acolhimento caloroso por parte do público, e alvo das melhores críticas, o Trio Tarantella continua a trabalhar, tendo já agendados vários recitais de apresentação do seu primeiro CD que contou com o apoio da Fundação GDA.

 

 

Tiago Canto | Flauta 

Iniciou os estudos no Conservatório de Música da Madeira em 1999 com a Prof. Orsolya Botrágyiné em Flauta Bisel. Em 2009 ingressou no Curso Profissional de Instrumentista na classe de Flauta Transversal da Prof. Eva Rodrigues e na Música de Câmara do Prof. Robert Andres. Em Julho de 2010 terminou o Curso Especializado em Flauta de Bisel no CEPAM com 19 valores com o Prof. Agostinho Bettencourt (8º Grau).

No início de 2010 estudou flauta com Peeter Malkov e Tarmo Johannes, em Tallinn, Estónia.

Terminou a Licenciatura em Música – Flauta Transversal – na Escola Superior de Música de Lisboa, sob a orientação do Prof. Olavo Barros. Paralelamente frequentou a classe de Flauta de Bisel com o Prof. Pedro Couto Soares e Cravo. Ainda na ESML teve Música de Câmara com os Prof. Nuno Inácio, Pedro Castro, Fernando Fontes e Paulo Pacheco.

Teve aulas com Vasco Gouveia na FMAC. Actualmente tem aulas com Robert Winn professor na Musikhochschule Köln.

Participou em masterclasses com Jacques Zoon, William Bennett, Vasco Gouveia, Averil Williams, Trevor Wye, Samuel Coles, Koen Dieltiens, Heiko Ter Schegget, entre outros.

É “Bolseiro da Fundação E.D.P. / Orquestra Sinfónica Juvenil” e desempenha as funções de chefe de naipe na OSJ. Integra diversos conjuntos de câmara, em particular o Trio Tarantella com os quais se apresenta regularmente em concertos.

Foi finalista no Concurso de Jovens Intérpretes do MusiCaldas.

Em 2003 participou no IV Concurso Infantil do Conservatório, tendo ganho o 1º lugar no terceiro nível. 

Colaborou com a Orquestra Clássica da Madeira e CAM – Gulbenkian.

Apresentou-se a solo com a Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Sinfónica da ESML e Camerata Silva-Dionísio com a qual gravou um CD com uma peça a solo.

 

 

Susana Valente | Clarinete

Iniciou os estudos musicais em Estarreja, tendo concluído o curso geral de clarinete no Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian em 1996. Nesse mesmo ano ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa onde estudou clarinete com os professores Carlos Alves e Manuel Jerónimo e música de câmara com os professores Andrew Swinnerton, Fernando Fontes e Olga Prats. Terminou a licenciatura em 2001 com 19 valores em clarinete e 20 valores em música de câmara, tendo sido considerada a melhor aluno do Instituto Politécnico de Lisboa nesse mesmo ano.

Foi Solista A e ensaiadora de naipe da Orquestra Sinfónica Juvenil, com a qual se apresentou a solo, tendo efectuado inúmeros concertos no continente e arquipélagos. É membro fundador do Quinteto de Sopros Dialogue e do Trio Davis com o qual se deslocou à Índia em 2007 para a realização de concertos e masterclasses. Concluiu em 2011 o mestrado em clarinet performance na California State University- Fullerton, sob a orientação do professor Håkan Rosengren. Gravou para RDP-Antena 2, com a pianista Ana Carolina, no âmbito do programa Jovens na Música” e apresentou-se em directo, também para a Antena 2, com o soprano Marisa Figueira e o pianista Nuno Vieira de Almeida, com o Ensemble Clarinete Modus, com o Ensemble Impromptu e com o Trio Tarantella; com este último agrupamento participou ainda no programa Grande Valsa da RTP2 na Casa da Música no Porto.

É professora de clarinete no Conservatório Regional de Setúbal e integra o Ensemble Clarinete Modus e o Trio Tarantella.

 


 Pedro Ramos | Piano

Nascido em 1989, Pedro Ramos terminou o curso complementar de Formação Musical na Academia de Música de Santa Cecília. A sua formação continuou nos Estados Unidos, onde concluiu com distinção o curso de Classical Composition, na Manhattan School of Music, em Nova Iorque, em 2012.

Estudou Direcção Coral com Ronnie Oliver e Direcção de Orquestra com Paul Brantley. Dirige regularmente os Lisboa a Cappella e trabalhou já como maestro assistente da Orquestra Sinfónica Juvenil, como maestro convidado da Orquestra Círculo de Música de Câmara de Lisboa e como maestro titular da Orquestra da Academia de Música de Lisboa, da Orquestra da Broadway ao West End e da Orquestra de Antigos Alunos da Academia de Música de Santa Cecília.

No Canto, durante a sua formação actuou em vários coros, como o Coro Gulbenkian, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos, o Manhattan School of Music Chamber Choir, os Upper West Sound e o Ensemble Vocal. Aquando do seu regresso a Portugal, teve aulas na Escola de Música do Conservatório Nacional, com a Professora Ana Paula Russo e fundou os Lisboa a Cappella, que dirige desde 2012. Participou por três vezes no Sintra International Singing & Choral Conducting Course, como maestro e cantor.

No que respeita à Composição, estudou com Pedro Faria Gomes, Nils Vigeland e Susan Botti. As suas peças foram estreadas em Nova Iorque, Lisboa, Badajoz, Bruxelas e Amsterdão. Compõe para várias formações e em vários estilos, tendo já escrito para orquestras sinfónicas, como para publicidade, através da produtora de filmes BRO.

Pedro Ramos também estudou Piano com a Professora Carla Seixas e a Professora Lisa Yui. Teve Masterclasses com Ramzi Yassa, Solomon Mikowsky e Yoon Kyung Park. Para além de vários recitais a solo, também integra formações de câmara, como os Broadway Fellas, com Joe Coronado, um duo com o clarinetista António Saiote e o Trio Tarantella, com quem gravou um CD de Música Francesa, através do apoio da Fundação GDA. Actualmente, tem aulas particulares com o Professor Artur Pizarro.

É colaborador da Antena 2, para a qual gravou já vários programas.

É também professor no Conservatório das Caldas da Rainha, na Academia Novas Letras e na Academia de Música de Telheiras.

 


*Entrada condicionada à lotação da sala.

 As portas abrem 30 minutos antes.

 

 

Entrada Livre*
18 de dezembro às 18:00
Sala dos Espelhos
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Programa

Camerata “Concerto Moderno” e solistas

 

 Camerata  “Concerto Moderno” e solistas:


André Gaio Pereira – vencedor Prémio Jovens Músicos 2017 – violino


Tomás Soares - violino




Mais informação em breve.


*ENTRADA / FEE : 5,00 €

Informações e Reservas: 

Escola de Música do Colégio Moderno (das 12h00 às 19h00);

Telefone: 21 799 18 40

 

  

5,00 €*
22 de dezembro às 21:00
Sala dos Espelhos
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Programa

Um Serão Nórdico

 

 "UM SERÃO NÓRDICO"


CONCERTO 

Com

ANNE KAASA, piano & MATILDE LOUREIRO, violino

 

Neste concerto apresentam-se compositores da Suécia, Finlândia e Noruega que têm em comum o facto de se inspirarem na natureza, na mitologia e na música popular nórdica.

Wilhelm Peterson-Berger (1867-1942) formou-se como organista e compositor em Estocolmo e Dresden. Depois trabalhou como crítico musical num importante jornal na capital sueca,

além de se dedicar à composição. Ganhou muita popularidade com as suas peças pitorescas para piano, Frösöblomster, (Flores da Frösö),  e pelos seus dramas musicais. Compôs também várias sinfonias e obras corais, além de música de câmara. A Suite para violino e piano, op. 15 foi escrita em 1896 na ilha de Frösö, sendo uma obra inspirada pela música popular sueca e pela natureza amável daquela região.

 

O compositor finlandês Jean Sibelius (1865-1957) começou cedo a estudar violino, tendo como primeira ambição seguir uma carreira de violinista, mas acabando por se dedicar ao estudo de composição, em Helsínquia e depois em Berlim.  Ganhou cedo um grande reconhecimento internacional pelas suas obras sinfónicas. As suas obras de música de câmara, embora menos conhecidas, são também muito interessantes. As Quatre Peças, op. 115 foram compostas em 1929, na casa idílica e campestre, Ainola, que Sibelius fez construir em 1904.

Também Johan Svendsen (1840-1911) iniciou a sua carreira como violinista. Começou muito joven a tocar nas orquestras militares, a também a dirigir. Em 1863,obteve uma bolsa para estudar no famoso Conservatório de Leipzig. Dedicou-se, a partir daí à composição e à direcção de orquestra. Colaborou durante vários anos com o seu compatriota Grieg na direcção da Orquestra da Musikkforeningen em Oslo, trabalhou a seguir como Maestro titular da Ópera Real em Copenhaga e foi com frequência maestro convidado por grandes orquestras mundiais. A Romanza para violino e orquestra, foi escrita em Oslo, em 1881.

Edvard Grieg (1843-1907) demonstrou cedo um talento musical. Aos 15 anos foi para o Conservatório em Leipzig para estudar piano e composição. Compôs, aos 25 anos, o seu Concerto para Piano e Orquestra, que lhe fez ganhar uma fama internacional, e que lhe mereceu o encorajamento de Franz Liszt. Entre as suas composições encontram-se três sonatas para violino e piano. A Sonata em Dó menor foi escrita em 1885, na casa de Grieg, Troldhaugen, nos arredores de Bergen. O dramatismo intenso desta música, alternando com um profundo lirismo, evoca a natureza norueguesa, com a qual o compositor tinha uma ligação fortíssima.

 

 

Anne Kaasa, Pianista norueguesa, radicada em Portugal, é caracterizada pela revista musical francesa Le Monde de la Musique como “uma pianista que se destaca no abundante mundo de solistas pela profundidade das suas interpretações, pela fluidez do seu discurso musical e pela delicadeza do seu toucher.

A sua actividade de solista levou-a a tocar em salas como Wigmore Hall (Londres), Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, CCB (Lisboa), Auditorio Nacional (Madrid), Ateneu Romano (Bucareste) e Palácio Sheremetev (S. Petersburgo) e em festivais internacionais como Ljubliana Festival, Nuits pianistiques de Aix-en-Provence, Festival de Maputo, Festival da Costa do Estoril, Festival da Madeira e Dias de Música no CCB.

Apresentou-se como solista com orquestras entre as quais a Orquestra Gulbenkian, Orquestra de la Comunidad de Madrid, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional do Porto, Filarmónica de Baden-Baden, Filarmónica de Timisoara e Orquestra de Câmara de Florença em colaboração com maestros como José Ramón Encinar, Laurent Petitgirard, Yu Feng, Marc Tardue e Georgi Costin.

O repertório de Anne Kaasa estende-se de Bach aos Contemporâneos. Trabalhou com muitos compositores actuais e estreou várias obras dos mesmos, entre os quais: António Pinho Vargas, Philippe Fénelon, Clotilde Rosa e Sérgio Azevedo. O compositor francês Philippe Fénelon dedicou-lhe o seu Concerto n.º 2 para piano.

Anne Kaasa gravou para rádios nacionais em França, Espanha, Eslovénia, Italia, Noruega e Portugal. Gravou para as editoras EMI Classics, Grave, Saphir e MISO Records. As suas gravações a solo de obras de Grieg (Grave) e Ravel (Saphir) foram muito elogiadas pela crítica musical, entre outros Le Monde de la Musique, Repértoire, La Stampa e Aftenposten. Pelas suas interpretações de Debussy (Saphir) recebeu a distinção de 5 Diapasons na prestigiada revista Diapason

 

 

Matilde Loureiro nasceu em Lisboa em 1994. Começou a tocar violino aos três anos. Estudou com o professor Luís Cunha na Escola de Música do Conservatório Nacional e com o professor Ilya Grubert no Conservatório de Amesterdão, onde concluiu a licenciatura com distinção, em 2016.

Foi bolseira da Fundação C. Gulbenkian. Frequentou masterclasses de violino e música de câmara com Tatiana Samouil, Eliot Lawson, Liviu Prunaru, Philippe Graffin, Gérard  Caussé, Gerhard Schulz, Jean Bernard Pommier, David Dolan, Jerôme Pernoo, entre outros.

Apresentou-se em recital em diferentes salas do país, tais como a Fundação C. Gulbenkian, o Palácio Foz, o CCB, o Palácio Fronteira em Lisboa, o Convento dos Capuchos em Almada, a Casa da Música no Porto, e o Museu Nogueira da Silva em Braga, assim como na Holanda, República Checa, em França e em Itália.

Foi-lhe atribuído o 1º prémio de música de câmara nível médio no Prémio Jovens Músicos em 2008 e uma menção honrosa no Concertino Praga em 2009, em duo com a pianista Taíssa Cunha. Foi premiada no Stift Festival na Holanda, em 2010, na Academia de verão de Portogruaro, em Itália em 2012, e no Verão Clássico do CCB em 2015. Em 2016 foi premiada nos concursos internacionais Jeunesses Musicales de Belgrado (pela interpretação do concerto de Mozart) e no Fundão (1º prémio e prémio especial Governo do Pará/Fundação).

 

*Entrada condicionada à lotação da sala.

 As portas abrem 30 minutos antes.


Entrada Livre*
27 de dezembro às 18:00
Sala dos Espelhos
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Página atualizada em 07-12-2017 20:19:20